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Mundo Sexta-feira, 14 de Junho de 2024, 07:45 - A | A

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Sexta-feira, 14 de Junho de 2024, 07h:45 - A | A

CNA faz acordo com oposição e forma governo de coalizão

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

O Congresso Nacional Africano (CNA), da África do Sul, chegou nesta quinta-feira, 13, a um acordo com os principais partidos da oposição para formar um governo de coalizão e pôr fim a um impasse político após perder sua maioria absoluta de 30 anos nas eleições de maio.

O secretário-geral do CNA, Fikile Mbalula, afirmou que o governo gravitará para o centro, depois que os partidos de esquerda rejeitaram um acordo. "Conseguimos um grande avanço no acordo comum sobre a necessidade de trabalharmos juntos", declarou Mbalula.

O anúncio foi feito na véspera da primeira sessão do novo Parlamento da África do Sul, hoje, quando os legisladores vão eleger um presidente. O CNA precisa da ajuda de outros partidos para reeleger o presidente Cyril Ramaphosa para um segundo e último mandato.

Mbalula descreveu a coalizão como um governo de unidade nacional e indicou que ela inclui a Aliança Democrática (DA), um partido liberal de centro-direita liderado por John Steenhuisen, que ficou em segundo lugar nas eleições. Além disso, integram o acordo o partido nacionalista zulu Inkatha Freedom Party (IFP), o pequeno Movimento Democrático Unido, de centro-esquerda, e o FF Plus, uma legenda identitária branca.

O partido de esquerda Fighters for Economic Freedom (EFF), liderado pelo ex-militante do CNA Julius Malema, que ficou em quarto, não foi incluído na coalizão, já que as negociações não prosperaram, indicou Mbalula.

Um amplo acordo era a primeira prioridade para o CNA conseguir a reeleição de Ramaphosa. O partido ficou em primeiro lugar com 40% dos votos, mas obteve seu pior resultado desde 1994, quando chegou ao poder com Nelson Mandela.

O partido, enfraquecido pela corrupção e os maus resultados econômicos, obteve 159 legisladores em um Parlamento de 400 assentos. (COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS)
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

(Com Agência Estado)

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