A brasileira disputou seu primeiro Mundial desde 2023 após ficar fora das principais competições internacionais em 2025 e voltar aos poucos ao calendário nesta temporada. "Eu me enxergo como uma pessoa muito realizada, com todas as conquistas possíveis no meu esporte", afirmou a atleta brasileira mais condecorada em Olimpíadas, com seis pódios.
"Hoje as pessoas me veem e me entendem por conta da ginástica. Eu me sinto muito orgulhosa", completou Rebeca, que somou sua décima medalha em Mundiais de ginástica artística. Ela se igualou à chinesa Cheng Fei, que era a única tricampeã mundial (2005 a 2007) no salto sobre a mesa.
A nova tricampeã mundial afirmou que a experiência foi muito importante para a conquista. "Antes eu ficava nervosa, tremia. Mas fazia parte da construção de quem eu queria ser. Hoje consegui manter minha tranquilidade, meu sorriso no rosto, essa cara serena que as pessoas falam. Sei que estou pronta."
Única das finalistas com dois saltos na casa dos 14 pontos, Rebeca afirmou que tudo está "encaixado". "Eu trabalho muito minha parte física e mental e consigo me sentir preparada para fazer meus movimentos", disse ela, cujo segundo salto foi um Lopez, base do Cheng, movimento com o qual faturou duas medalhas olímpicas e os títulos mundiais de 2021 e 2023.
(Com Agência Estado)
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