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Esportes Sexta-feira, 04 de Março de 2022, 17:21 - A | A

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Sexta-feira, 04 de Março de 2022, 17h:21 - A | A

Paraguaia Verónica Riveros destaca força do Brasileirão Feminino

AGÊNCIA BRASIL

A Série A1 (primeira divisão) do Campeonato Brasileiro de futebol feminino deste ano começa nesta sexta-feira (4). Atual vice-campeão, o Palmeiras abre a competição recebendo o Atlético-MG, segundo colocado da Série A2 (segunda divisão) em 2021, a partir das 21h (horário de Brasília), no Allianz Parque, em São Paulo. A primeira rodada segue no fim de semana, com três jogos no sábado (5) e três no domingo (6), acabando na segunda-feira (7).
A cada ano, a competição nacional se firma como a principal da modalidade na América do Sul. Não à toa, como ocorre com no masculino, o Brasileirão Feminino tem se acostumado a receber mais e mais atletas de outros países do continente. Em 2022, dez dos 16 clubes da Série A1 têm estrangeiras no elenco. A estatística supera a do ano passado, quando metade dos participantes iniciou o torneio com jogadoras de fora nos respectivos grupos.

Uma das estrangeiras é a zagueira Verónica Riveros, do São José-SP. Entre as 16 atletas do exterior ligadas a times da primeira divisão, a paraguaia de 34 anos é quem está há mais tempo no Brasil. A defensora chegou em 2013 para jogar no Foz Cataratas-PR, após se destacar na Libertadores Feminina do ano anterior pelo Universidad Autónoma, de seu país natal. Ela, inclusive, fez um gol na competição, disputada nas cidades pernambucanas de Recife, Caruaru e Vitória de Santo Antão.

"No fim do campeonato, o presidente do Foz pediu ao do meu clube que deixasse três atletas fazerem testes. Em fevereiro de 2013, eu passei. Foi um desafio muito grande na hora de sair de casa, deixar a família, ir atrás de um sonho. O mais importante é que seria no futebol brasileiro, a terra do jogo bonito", recordou Vero, como é conhecida a zagueira, à Agência Brasil.

Segundo a paraguaia, o começo no Brasil foi difícil. A defensora explicou que demorou a conseguir atuar devido a problemas de documentação e que o idioma foi inicialmente uma barreira. Superadas as complicações, Vero construiu a sequência da carreira toda aqui. Permaneceu no Foz até 2019, onde conciliou treinos e jogos com a faculdade de Educação Física. Em 2020, ela foi para o Avaí/Kindermann. No ano seguinte, defendeu o Napoli-SC, sendo contratada pelo São José em julho.

"O meu primeiro ano aqui foi também o do primeiro Campeonato Brasileiro. Tivemos um bom desempenho, tanto que o Foz ficou em terceiro [o título ficou com o Centro Olímpico-SP]. Foi uma diferença impressionante para mim, porque no Paraguai, o nível do campeonato estava muito abaixo. Foi grande a diferença em nível de organização, de tudo. Hoje, o Paraguai está tentando melhorar essa questão, mas ainda falta. Acredito que, em nível sul-americano, o Brasil está acima de todos", disse a defensora.

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