Na reta final de seu contrato com a Rede Globo, o Galvão Bueno tem se dedicado ao seu podcast, intitulado PodFalar Galvão. Nele, o locutor revela bastidores de transmissões icônicas e conta detalhes de sua longa carreira à frente dos microfones.
"A nação do futebol estava derrubada com o tal do 7 a 1. Foi duro (fazer o editorial no Jornal Nacional) e tinha de ser. Não podia ser de outra forma. Quando terminou, senti que fiz minha obrigação. Não havia outro jeito. Depois, continuei convivendo bem com os jogadores, com todo mundo. O Carlos Alberto Parreira continuou sendo um amigo querido. Mas o Felipão nunca mais falou comigo. Ele disse que apontei o dedo do País para ele. Se ele se sentiu assim, o que eu posso fazer?", questionou Galvão Bueno.
O locutor de 71 anos também deixou em aberto a possibilidade retomar o contato com o treinador do Athletico Paranaense. "Várias vezes já mandei mensagem e ele (ignorou)... O Felipão nunca falou mal de mim publicamente, mas isso foi em 2014, lá se vão 8 anos, e infelizmente nunca mais tive a oportunidade de tomar um vinho com o Felipão e de falar com ele. Quem sabe um dia isso volta?", cogita Galvão.
Galvão Bueno será a voz da Globo em mais uma transmissão de Copa do Mundo. Entre novembro e dezembro, o narrador embarca para o Catar onde fará sua última cobertura sob contrato com a emissora. Depois de concluído o Mundial, Galvão promete desenvolver novos projetos nas mídias digitas.
Já Luiz Felipe Scolari assumiu recentemente o comando do Athletico-PR e tem feito elogiado trabalho. Vice-líder do Campeonato Brasileiro, o clube paranaense também está classificado para as quartas de final da Libertadores e duela com o Bahia por uma vaga na mesma fase da Copa do Brasil. Ao término da temporada, o técnico pentacampeão pode assumir um cargo diretivo no Athletico.
(Com Agência Estado)
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