"Depois do acidente do meu pai, dediquei-me totalmente a isto porque tinha de fazer alguma coisa", relatou Gina no documentário Horsepower: The World of Gina Schumacher.
O acidente ocorreu em dezembro de 2013, quando Schumacher sofreu uma forte queda enquanto esquiava em Méribel, na França. O heptacampeão da Fórmula 1 bateu a cabeça e precisou ser levado às pressas para um hospital, onde permaneceu em coma por meses durante o início da recuperação. Desde então, poucas informações sobre seu estado de saúde foram divulgadas.
Segundo Gina, o vínculo com os cavalos já existia antes da tragédia, mas ganhou um novo significado depois do ocorrido. A prática da equitação se transformou em um apoio emocional importante para atravessar aquele período.
"Os cavalos sempre foram importantes. Mas, desde então... não conseguiria viver sem eles. Ajudaram-me a superar tudo", afirmou.
Ela também lembrou que o interesse da família pela criação de cavalos da raça Quarter Horse surgiu após uma viagem a Dubai. Na época, sua mãe já praticava equitação e acabou optando por um animal dessa raça ao perceber o comportamento mais tranquilo deles.
"A minha mãe tinha um cavalo e, quando éramos mais novos, quis voltar a montar. Mas queria um cavalo dócil", explicou Gina.
Atualmente com 29 anos, Gina construiu carreira no hipismo e reconhece que o incentivo da família foi determinante para que pudesse seguir nesse caminho.
"Estou grata por poder fazer isto. Porque não é algo que se deva dar como garantido. Os meus pais tornaram isto possível. Por isso, sempre foi importante para mim trabalhar arduamente nesta área, para poder dar o meu melhor", disse.
A esposa do ex-piloto, Corinna Schumacher, também aparece no documentário e relembra uma previsão feita pelo marido quando a filha ainda era criança.
"O Michael disse-me uma vez: A Gina será muito melhor do que tu. Porque é mais egoísta. Como desportista, tens de ser egoísta de certa forma. E isso é ótimo. Caso contrário, não chegas a lado nenhum. Hoje, acredito que ele tinha toda a razão", contou.
Desde o acidente ocorrido em 2013, a família Schumacher mantém uma postura reservada em relação à saúde do ex-piloto, limitando as informações públicas e restringindo o acesso ao heptacampeão mundial.
(Com Agência Estado)
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