Quem participou do encontro pela Fifa foi o Secretário-Geral Mattias Grafstrom. Também estiveram presentes os presidentes das federações do Irã, Mehidi Taj, e da Turquia, Ibrahim Haciosmanoglu. A seleção turca voltará ao Mundial após 24 anos.
"O senhor Grafstrom reiterou a posição da Fifa e dos organizadores para fazer a experiência do Irã na Copa do Mundo o mais impecável, produtiva e agradável possível", disse a entidade, em nota.
Segundo Grafstrom, foram discutidas questões operacionais, "como é feito com todos os associados classificados". Todos os jogos do Irã na primeira fase são nos Estados Unidos. "Nós estamos trabalhando muito próximos e com grande expectativa de recebê-los na Copa do Mundo", disse o Secretário-Geral da Fifa.
No seu informativo sobre a reunião, a FFIRI foi mais firme. "A diplomacia no futebol vai além do orgulho nacional. O Irã entrou na questão não partindo de uma posição de exigência, mas sim de lógica e dignidade", escreveu a entidade iraniana.
"O que torna este encontro diferente não é apenas o encontro em si, mas o caminho que percorreu. A principal conquista deste encontro talvez não esteja apenas no conteúdo das negociações, mas na imagem que foi criada do futebol iraniano. A imagem de uma gestão que demonstrou estar disposta a dialogar, mas não a recuar", concluiu.
Esta será a quarta participação do Irã em Copas do Mundo. A seleção iraniana integra o G. A estreia será diante da Nova Zelândia, em Los Angeles. Depois, o adversário será a Bélgica, na mesma cidade. O time fecha a primeira fase em Seattle, contra o Egito. A base do Irã será em Tucson, no Arizona.
(Com Agência Estado)
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