"Se há um momento onde prioridades absolutas deveriam ser dadas a assuntos médicos, é agora. Não é questão de dinheiro, mas de vida ou morte", disse DHooghe ao canal inglês Sky Sports News. "Essa é a situação mais dramática que já vivemos desde a Segunda Guerra Mundial. Nós não deveríamos subestimá-la, precisamos ser realistas", acrescentou.
Já há movimentos em alguns países da Europa pela retomada em breve de seus campeonatos nacionais. Esses são os casos de Alemanha, que pensa na volta dos jogos já em maio, e na Inglaterra, com previsão parta junho. Ao contrário do que já fizeram Holanda e França, onde seus governos já determinaram que eventos esportivos não podem ser realizados até setembro.
No Brasil, o secretário especial de Produtividade e Competitividade, Carlos da Costa, destacou na última segunda-feira o futebol como um setor que deve voltar em breve, com a realização de jogos a portões fechados. No mesmo dia, o ministro da Saúde, Nelson Teich, disse que será avaliado um pedido para o retorno das competições no país.
DHooghe disse que ainda é muito cedo para que jogadores estejam em contato próximo, pelo menos enquanto as regras de distanciamento social estejam em vigor. "O mundo não está pronto para o futebol competitivo, eu espero que isso possa mudar muito rapidamente e espero sinceramente. Hoje precisamos de mais paciência", afirmou.
"O futebol só pode ser possível se o contato for possível novamente. O futebol continua sendo um esporte de contato e contato é uma das primeiras coisas que todos dizem que precisamos evitar", completou o médico da Fifa.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.






