Apenas nos últimos jogos, o Corinthians de Vítor Pereira sofreu gols relâmpagos contra o São Paulo, na semifinal do Paulistão, e duas vezes (uma em cada tempo) contra o Always Ready, da Bolívia, pela Libertadores.
O português Vítor Pereira havia afirmado na véspera da partida que a sua equipe tinha a obrigação de vencer a partida. Mas o treinador, mesmo "obrigando" sua equipe a vencer, mandou a campo um time reserva, com Xavier e Roni, dois volantes marcadores, e apenas com um meia mais criativo, Giuliano.
Pois quis o destino que, com pouco mais de um minuto de partida, Giuliano tocou no pé de Xavier, que foi desarmado por Cafu, meio-campista da Portuguesa carioca que dominou, avançou e da entrada da área bateu firme no canto direito da meta corintiana, sem chances para o goleiro Ivan. No lance, os jogadores do Corinthians ficaram pedindo a marcação de uma falta, mas nesta fase do torneio, não há o Árbitro de Vídeo (VAR) e a jogada prosseguiu normalmente.
Depois de levar o gol, o Corinthians, claramente mais time que a esforçada equipe carioca, apostou no jogo aéreo - e durante boa parte dos primeiros 45 minutos, essa foi a única jogada trabalhada do time de Vítor Pereira.
Antes de empatar, aos 44 do primeiro tempo, o Corinthians ainda passou por mais um grande susto. Aos 28, o meia Claudinho recebeu na entrada da área, ajeitou a bola e bateu forte, mas a bola saiu um pouco alta, assustando o goleiro Ivan.
Depois de muito insistir pelo alto, o Alvinegro encontrou o gol de empate em jogada pelo chão. Gustavo Mosquito, que vinha muito mal no jogo, avançou pela direita, foi à linha de fundo e cruzou para a área - Adson deixou a bola passar e Jô, com calma, dominou e tocou no canto direito baixo do goleiro George - 1 a 1.
Para a segunda etapa, o técnico português fez duas alterações, já pensando nas partidas contra o Palmeiras, sábado na Arena Barueri pelo Brasileirão, e contra o Boca Juniors, na terça-feira da semana que vem, na Neo Química Arena - saíram o lateral-direito Fagner e o atacante Jô para as entradas de Rafael Ramos e Giovane.
Até os 15 do segundo tempo, o Corinthians não conseguiu encontrar nenhuma chance para virar o placar. Vítor Pereira mexeu mais algumas vezes na equipe e mandou a campo Gustavo Mantuan e Du Queiróz, aumentando a velocidade da equipe na transição para o ataque.
A Portuguesa parecia mais bem distribuída em campo, com jogadores em posições bem definidas em um tradicional 4-4-2. Depois de algumas mudanças, o time recuperou o fôlego e chegou com perigo aos 14, com Jhonnatan, e aos 21, com Rafael Pernão.
Em sua última tentativa de mexer no jogo, Pereira mandou a campo Wesley no lugar de Gustavo Mosquito, apesar de a torcida corintiana ter pedido a entrada de Luan, que ainda não jogou um minuto sequer com o treinador português.
Em seu primeiro lance no jogo, Wesley aproveitou a saída errada do goleiro George após cruzamento e com o gol livre, cabeceou por cima do gol. Depois, até o fim da partida, os jogadores da equipe tentaram chegar ao gol da vitória, mas completamente desorganizados, sequer levaram perigo ao gol da Portuguesa-RJ.
FICHA TÉCNICA
PORTUGUESA-RJ - George (Paulo Henrique); Joazi, Itambé, Leandro Amaro e Jefferson Recife; Sidney, Jhonnatan, Claudinho (Andrezinho) e Cafu (Patrick); Kayron (Douglas Eskilo) e Rafael Pernão. Técnico: Toninho Andrade.
CORINTHIANS: Ivan; Fagner (Rafael Ramos), Gil, Robert Renan e Bruno Melo; Xavier, Roni e Giuliano (Du Queiroz); Gustavo Mosquito (Wesley), Jô (Giovane) e Adson (Mantuan). Técnico: Vítor Pereira.
GOLS - Claudinho, aos 2, e Jô, aos 45 minutos do primeiro tempo.
ÁRBITRO - Paulo Roberto Alves Jr. (PR).
CARTÕES AMARELOS - Leandro Amaro, Sidney, Kayron e Xavier.
PÚBLICO - 17.195 pagantes.
RENDA - Não divulgada.
Local: Estádio do Café, em Londrina (PR).
(Com Agência Estado)
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