As reformulações estatuárias foram debatidas ao longo de 11 audiências públicas com participação de torcedores, conselheiros e sócios. No dia 9 de março, as deliberações se transformaram em confronto entre o Osmar Stábile, presidente do clube, e Romeu Tuma Júnior, chefe do Conselho Deliberativo, durante a reunião extraordinária de conselheiros que deveria votar os temas da reforma do estatuto.
Stábile chegou a dizer que foi ameaçada por Tuma, a quem acusa de "interferência agressiva" na atual gestão do clube. "Ele colocou assim: Ou você faz o que eu quero ou eu vou te f****", afirmou o presidente corintiano durante a sessão que acabou em bate-boca, um mês atrás.
Cerca de duas semanas depois, Stábile convocou votação para afastar Tuma. O afastamento foi aprovado por 135 votos a favor do afastamento provisório a 15 contra, além de sete abstenções. O presidente do Conselho, contudo, argumentou que a votação "não observou o rito previsto no Estatuto Social" e que só deixa o cargo mediante ordem judicial.
A convocação da Assembleia foi assinada por Tuma no dia 11 de março, antes da votação do afastamento. Mesmo após o resultado, ele continuou envolvido nos preparativos para que a reforma do estatuto fosse votada. A tão debatida reforma tem entre suas principais pautas o voto ao Fiel Torcedor em eleições presidências, além de temas como possibilidade da criação de SAF, veto a reeleições e responsabilização em caso de gestão irregular ou temerária.
(Com Agência Estado)
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