Segundo os números divulgados pela Conmebol, o faturamento do ano passado registra um aumento de 146% em relação aos número de 2015, ano em que o atual presidente, o paraguaio Alejandro Domínguez, assumiu o cargo. O estudo, realizado por uma consultoria, mostra ainda que a entidade registrou um aumento do patrimônio em R$ 158 milhões e não possui mais dívidas bancárias.
Mesmo com os bons números, Alejandro Domínguez ressaltou que o poderio financeiro da instituição será importante para resolver possíveis problemas no futebol causados pela pandemia do novo coronavírus. "Com a casa em ordem e finanças sólidas poderemos encarar essas circunstâncias excepcionais com confiança e com a capacidade de respostas necessária, tanto na parte financeira como institucional", disse.
Recentemente, a Conmebol liberou aos clubes participantes da Copa Libertadores e da Copa Sul-Americana cerca de R$ 205 milhões. O valor se refere a 60% do total de cota de participação nessas competições e servirá para as equipes diminuírem os prejuízos durante essa paralisação causada pela pandemia do novo coronavírus.
Embora não voltado para o combate à pandemia, o novo fundo criado pela Conmebol no valor de R$ 142 milhões poderá ser também um socorro financeiro para esse período. O destino da verba será analisado pelo Conselho da Conmebol, composto pelos dez presidentes das confederações nacionais do continente.
No ano passado, a organização da Libertadores rendeu à Conmebol cerca de R$ 854 milhões e a Sul-Americana trouxe outros R$ 274 milhões. A entidade organizou ainda a Copa América no Brasil, que segundo Alejandro Dominguez, teve a maior arrecadação da história do torneio. O valor, porém, não foi revelado.
(Com Agência Estado)
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