Os clubes optaram pela proposta das empresas Global Sports Rights Management (GSRM) para direitos internacionais para TV aberta, TV fechada, Pay Per View, internet e OTT/streaming; e pela oferta conjunta das empresas Zeus Sports Marketing e Stats Perform para direitos internacionais para "streaming for betting".
Os valores pagos pelos contratos não foram revelados pela confederação e pela Comissão Nacional de Clubes. De acordo com eles, "foram avaliados os modelos de negócio, de cada uma das empresas interessadas, em relação às formas de distribuição do produto, experiência em projetos desta natureza, sistema de remuneração dos clubes e capacidade de inovação na área tecnológica."
Os debates sobre a negociação dos direitos de exibição do Brasileirão se iniciaram há dez meses. E a CBF, organizadora do torneio, abriu mão de ter uma participação financeira no valor a ser obtido pelo contrato. Os clubes esperam que o acordo amplie a visibilidade do futebol nacional no exterior, além de dar algum retorno financeiro.
De acordo com a CBF e a CNC, o processo não está concluído porque agora as empresas selecionadas passarão por "validação do escopo de trabalho, atendimento às normas de governança e conformidade, apresentação das garantias financeiras e formalização dos instrumentos contratuais". Só aí o processo estará, de fato, concluído.
(Com Agência Estado)
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