Entre os demitidos estão nomes importantes, como Sérgio Corrêa, ex-presidente da comissão de arbitragem (2007-2012, 2014-2016) e que era responsável pelo VAR, Manoel Serapião, que fazia análise sobre o desempenho dos árbitros, coronel Marcos Marinho, que foi levado para a CBF por Marco Polo Del Nero, e o ex-árbitro José Roberto Wright. A informação foi obtida inicialmente pelo ge e confirmada mais tarde pela reportagem do Estadão.
Outros nomes que não farão mais parte do quadro de funcionários da CBF estavam ligados à logística, funcionamento do VAR e desenvolvimento e relacionamento com os árbitros: Almir Alves, Érika Krauss, José Mocellin, Nilson Monção, Marta Magalhães e Cláudio Cerdeira.
Wilson Luiz Seneme deixou claro em seu início de trabalho e no breve contato que teve com a imprensa que fará importantes alterações na arbitragem brasileira para modificar sua imagem, perante os torcedores, clubes e jogadores.
Algumas orientações já foram passadas para os árbitros, que estão prezando por um jogo mais fluido, sem tantas interferências do árbitro de vídeo. Seneme também deve diminuir o número de juízes que atuarão na divisão de elite do Campeonato Brasileiro e deixar apenas os melhores.
"A gente gostaria que a arbitragem não fosse lembrada após os jogos. A gente gostaria que os outros segmentos do futebol lembrassem dos gols bonitos, das jogadas maravilhosas, e que se falasse pouco da arbitragem. O grande objetivo dos árbitros é influenciar os resultados dos jogos o mínimo possível. Essa é a nossa busca", declarou Seneme ao Estadão após ser empossado no novo cargo.
(Com Agência Estado)
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