"Estou indo embora porque sinto muita falta da minha família e eles sentem minha falta. Saio do Boca e me aposento do futebol", disse o jogador, que ajudou o time argentino a chegar à semifinal da Copa Libertadores.
De Rossi afirmou que precisa ficar ao lado de sua filha mais velha. "Ela é a única que ficou na Itália, tem 14 anos, precisa do pai por perto. Ela não tem nada para colocá-la em perigo, não tem doença, mas eu tenho que estar lá."
O italiano não confirmou os rumores de que teria conflitos com a nova liderança do clube. "Está chegando a notícia de que tive problemas com Roman (Riquelme, eleito vice-presidente do Boca no fim do ano) e com a nova direção. Mas todos me deram amor, me pediram para ficar e me acompanharam até hoje. Disseram-me para pensar mais alguns dias, mas minha decisão é definitiva."
De Rossi enumerou elogios ao período em que ficou em La Bombonera. "Foi a única aventura diferente de tudo que fiz na minha carreira. Não pensei em amar um clube que não fosse a Roma. Parte do meu coração fica aqui. Os torcedores do Boca me deram muito mais do que dei a eles."
Um dos maiores ídolos da Roma, time no qual atuou por 18 anos, jamais venceu um "scudetto", mas foi vice-campeão em oito ocasiões, e levantou duas Copas da Itália, em 2007 e 2008, De Rossi afirmou que não teve convite para trabalhar no clube. "Eu gostaria de dar treinos, aprender, estudar mais coisas do mundo do futebol. Não vou me afastar muito. O futebol é minha vida."
(Com Agência Estado)
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