Considerando o ponto médio, resultaria em uma receita líquida de aproximadamente 13,12 bilhões de dólares de Hong Kong, o equivalente a US$ 1,67 bilhão.
O caminho para um IPO tem sido longo para uma das marcas mais populares do mundo, que se viu no meio das tensões geopolíticas entre a China e o Ocidente.
A Shein havia considerado anteriormente os EUA e Londres como possíveis locais para a listagem, antes de optar por Hong Kong.
Em um comunicado divulgado na última segunda-feira, a Shein afirmou que utilizará os recursos obtidos para fortalecer sua infraestrutura tecnológica e investir na aplicação de inteligência artificial e análise de dados.
Os fundos também serão usados para aumentar o reconhecimento da marca e fortalecer a presença global da empresa.
A Shein espera que suas ações comecem a ser negociadas na Bolsa de Valores de Hong Kong em 1º de setembro. Entre os principais investidores estão a Tencent, a General Atlantic e a Tiger Global.
*Com informações da Dow Jones
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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