A taxa do IPCA-15 foi de alta de 0,44% em março. As maiores pressões partiram do plano de saúde, com alta de 0,49%, e artigos de higiene pessoal, que subiram 0,38%.
Os gastos das famílias brasileiras com Despesas Pessoais passaram de uma elevação de 0,20% em fevereiro para uma alta de 0,82% em março, com contribuição de 0,09 ponto porcentual para o IPCA-15.
As maiores pressões partiram dos subitens serviço bancário, com aumento de 2,12%, e empregado doméstico, com alta de 0,59%.
Os gastos das famílias com Habitação passaram de uma elevação de 0,06% em fevereiro para uma alta 0,24% em março, uma contribuição de 0,04 ponto porcentual para o IPCA-15 deste mês.
A energia elétrica residencial subiu 0,29% em março, sob pressão de reajustes médios de 15,10% e 14,66% nas concessionárias do Rio de Janeiro, ambos com vigência a partir de 15 de março.
"No mês, manteve-se a bandeira tarifária verde, sem custo adicional para os consumidores", lembrou o IBGE.
Houve pressão ainda da taxa de água e esgoto, que subiu 0,44%, devido a reajustes em Belo Horizonte e Porto Alegre.
O gás encanado recuou 0,99%.
(Com Agência Estado)
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