De acordo com a nota, Vieira também apresentou condolências pela morte do então líder supremo da Revolução Islâmica, aiatolá Ali Khamenei, e de um grupo de autoridades e cidadãos iranianos, além de expressar apoio ao governo e ao povo do país persa diante do que Teerã classificou como agressão militar.
Ainda segundo o comunicado, Araghchi afirmou que a ofensiva dos EUA e de Israel ocorreu "em meio a um processo diplomático em andamento" e descreveu as ações como "criminosas". O ministro iraniano reiterou a determinação do país em defender sua soberania e integridade territorial "até a plena realização de seus objetivos".
Por sua vez, Vieira expressou "forte preocupação" com as consequências de violações do direito internacional e destacou a necessidade de respeito à soberania nacional, à integridade territorial e aos princípios fundamentais do direito internacional, segundo o governo iraniano.
O chanceler iraniano também voltou a declarar que os EUA e Israel iniciaram a guerra e sustentou que as operações do Irã contra bases e instalações dos adversários na região estão amparadas pelo "direito legítimo de autodefesa". Segundo ele, tais ações não devem ser consideradas violação da soberania de outros países.
O comunicado acrescenta que Araghchi apelou a países da região a impedir o uso de seus territórios por forças americanas e israelenses contra o Irã, sob risco de responsabilidade internacional e impactos à estabilidade regional. Na quarta, 25, o presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, já havia advertido países da região sobre possíveis novos ataques contra ilhas do país persa.
(Com Agência Estado)
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