O resultado operacional medido pelo Ebitda (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado somou R$ 3,151 bilhões, queda de 3,3% em relação aos R$ 3,258 bilhões do terceiro trimestre de 2024/25.
Segundo a empresa, o resultado reflete o menor volume de açúcar e etanol comercializado no segmento EAB e pela retração circunstancial das margens em Distribuição de Combustíveis Argentina, pressionadas pela desvalorização cambial do peso argentino.
O prejuízo líquido foi impactado pelo reconhecimento de provisões (sem efeito caixa) no montante de R$ 11,1 bilhões no trimestre. De acordo com a Raízen, "o reconhecimento dessas provisões decorre do atual contexto operacional e financeiro da Companhia, bem como da revisão dos julgamentos aplicáveis às premissas relevantes consideradas nos testes de recuperabilidade, em conformidade com as práticas contábeis vigentes".
A empresa afirmou que "referidas provisões poderão ser revertidas, total ou parcialmente, na hipótese de cessação da incerteza significativa quanto à continuidade operacional".
Na Distribuição de Combustíveis Brasil, o Ebitda ajustado cresceu 50,5%, para R$ 1,633 bilhão, impulsionado pela expansão dos volumes e das margens médias de comercialização. Já na Argentina, o indicador recuou 8,0%, para R$ 586,5 milhões (US$ 108,4 milhões), refletindo a parada programada para modernização da refinaria de Buenos Aires, concluída em dezembro.
(Com Agência Estado)
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