De acordo com a entidade, o desempenho reflete uma demanda consistente em todos os Estados, sustentada por atributos do veículo ligados à economia, mobilidade urbana e uso profissional, além de um ambiente de mercado marcado por lançamentos de modelos mais modernos e tecnológicos.
No varejo, os emplacamentos de motocicletas somaram mais de 1,174 milhão de unidades no primeiro semestre, um recorde histórico, com crescimento de 14,1% na comparação com igual intervalo de 2025, alta de mais de 144 mil unidades.
Apesar do cenário favorável no primeiro semestre, a entidade alertou para desafios no horizonte, como impactos de fenômenos climáticos, com risco de estiagem na região amazônica, além da possibilidade das tarifas dos Estados Unidos. "No plano doméstico, seguimos monitorando atividade econômica, inflação, taxa de juros e política cambial", comenta Marcos Bento, presidente da Abraciclo.
Contudo, em junho, o volume representa uma retração de 15,1% em relação ao mesmo mês do ano passado e de 29,9% na comparação com maio. "O resultado de junho já era esperado, devido às férias coletivas programadas pelas fabricantes no período", explica Bento.
A Abraciclo manteve a projeção de que a produção em 2026 deve superar 2 milhões de unidades, com expectativa de atingir 2,07 milhões no ano.
(Com Agência Estado)
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