Com isso, o PMI industrial aprofunda a permanência abaixo de 50 pontos, o que aponta para retração da atividade no setor.
Em nota, a diretora associada de Economia da S&P Global Market Intelligence, Pollyanna De Lima, afirmou que setembro foi um mês mais difícil para os fabricantes, com quedas mais acentuadas na produção e nos novos pedidos, diante da demanda mais fraca, concorrência elevada e incerteza às vésperas das eleições presidenciais.
Segundo ela, as empresas reagiram cortando compras e estoque para proteger o fluxo de caixa.
Ao mesmo tempo, as pressões sobre os custos se intensificaram, com materiais importados e transporte internacional sendo relatados como mais caros. "No entanto, com as vendas em queda e a concorrência continuando acirrada, os fabricantes não conseguiram repassar integralmente esses aumentos aos clientes", pondera ela.
Por outro lado, Lima nota que as empresas ainda se mostram mais otimistas em relação às expectativas para o próximo ano, impulsionadas pela expectativa de alguma melhora nas condições de mercado após as eleições.
(Com Agência Estado)
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