O arcabouço fiscal tem uma margem de tolerância de 0,25 ponto porcentual do PIB para mais ou para menos. No último relatório Focus, os economistas ouvidos semanalmente pelo Banco Central estimaram um rombo primário de 0,60% do PIB no próximo ano, bem maior do que a meta do governo.
O PLOA de 2026 considera uma projeção de receita primária total de R$ 3,186 trilhões no próximo ano. Já a previsão de receita líquida - livre de transferências - está estimada em R$ 2,577 trilhões. As despesas totais devem chegar a R$ 2,601 trilhões no próximo ano. Dessas, R$ 2,374 trilhões são para gastos obrigatórios, e R$ 227,0 bilhões, para despesas discricionárias.
(Com Agência Estado)
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