Dados preliminares do maior grupo sindical do país, conhecido como Rengo, mostraram que 1.100 membros garantiram aumentos salariais de 5,26% em média este ano. O número foi ligeiramente superior ao ganho de 5,25% do ano passado e marcaria a maior alta desde 1991.
"Embora as condições variem por indústria e setor, acreditamos que esse resultado é o fruto de um entendimento comum entre trabalhadores e gestão sobre a importância de investir em pessoas - o que leva a um crescimento corporativo sustentável e a uma produtividade melhorada para o Japão como um todo", disse Tomoko Yoshino, presidente da Confederação Sindical Japonesa, como a Rengo é formalmente conhecida.
O presidente do Banco do Japão (BoJ, na sigla em inglês), Kazuo Ueda, está acompanhando de perto as negociações anuais de primavera do país, conhecidas como shunto, para confirmar que o crescimento salarial está acompanhando os preços. Isso sempre foi uma prioridade central para o BC japonês, e que ganhou mais importância à medida que os combates no Oriente Médio fazem os preços da energia dispararem, aumentando a ameaça de desaceleração do crescimento e aceleração da inflação.
Isso é duplamente negativo para a harmonia entre salários e preços que o BoJ deseja criar. Se o choque nos preços das commodities desencadear uma inflação de custo, a demanda do consumidor sofrerá. Se apertar as margens corporativas, as empresas podem estar mais relutantes em aumentar os salários. Fonte: Dow Jones Newswires.
*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado
(Com Agência Estado)
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