"Se os preços do petróleo permanecerem elevados por muito mais tempo (semanas, e não meses), será difícil evitar uma recessão", afirmou Zandi em postagem na rede social X.
Segundo o especialista, mesmo antes do início do conflito, o modelo econômico da agência de risco mostrava uma probabilidade "alarmantemente alta" de 49% de início de recessão nos próximos 12 meses na maior potência econômica do mundo.
Na avaliação de Zandi, por trás desse risco maior de recessão estão, principalmente, os números fracos do mercado de trabalho, mas quase todos os indicadores econômicos têm apresentado sinais de fragilidade desde o fim do ano passado.
"Não é exagero esperar que o indicador de recessão ultrapasse o importante patamar de 50% em meio ao conflito e à consequente alta nos preços do petróleo", escreveu, observando que todas as recessões - definidas como dois trimestres consecutivos de crescimento negativo do Produto Interno Bruto (PIB) - desde a Segunda Guerra Mundial, com exceção da pandemia de covid-19, foram precedidas por um aumento nos preços do petróleo.
(Com Agência Estado)
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