"Ela vai tirar dinheiro do seu salário para você pagar mais. Ela vai fazer com que o tempo para se aposentar seja maior ou ela vai aumentar a alíquota, ou os três. Então, normalmente, é para você pagar essa conta", disse se dirigindo aos trabalhadores.
Ele afirmou ainda que as pessoas falam com facilidade de reforma da previdência porque estão no "ar condicionado" e que as soluções deveriam vir de melhorar a produtividade do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) com revisões internas.
"Daqui a pouco a gente vai querer que a pessoa trabalhe até morrer. Eu sou contra a reforma. Eu acho que a gente tem que trabalhar para fazer com que cada vez menos necessite de reforma. A gente atua dentro da Previdência Social", declarou.
Fila do INSS
Na entrevista, Wolney Queiroz também afirmou que o objetivo do governo é zerar a fila do INSS até o fim do ano, deixando apenas o fluxo de cerca de 1,3 milhão de pedidos que chegam mensalmente.
"Então o nosso desafio, a nossa tarefa é deixar essa fila abaixo de 1,3 milhão, ou seja, 1,3 milhão é só o fluxo do mês, não tem mais nada, e abaixo dos 45 dias. E nós estamos indo bem nessas duas categorias. Estamos na média. Estamos avançando bem. Estou querendo zerar essa fila até o final desse ano", afirmou o ministro.
(Com Agência Estado)
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