Em nota, a companhia informou que está "evoluindo os perfis" na área de experiência do usuário (UX), para ser integrada "de forma mais eficaz" com as áreas de design e conteúdo e "fomentar estruturas mais ágeis e colaborativas".
O Mercado Livre alega que as demissões são pontuais e não alteram a estratégia de crescimento no Brasil nem na América Latina. A empresa afirmou ter feito 42 mil contratações na América Latina em 2025 para diversas áreas.
Ainda de acordo com a empresa, os funcionários que ficaram terão acesso a novos recursos de IA, e espera-se que os designers incorporem algumas das tarefas antes exercidas pelos escritores de UX.
O Mercado Livre já utilizava funções de inteligência artificial como análise de risco, detecção de fraudes e sistemas de recomendação há dez anos, mas recentemente começou a integrá-la também no cotidiano dos trabalhadores de UX, que passaram a receber treinamento e ter que prestar contas de como a utilizavam para o acompanhamento dos chefes.
(Com Agência Estado)
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