"É um debate sobre impactos econômicos que a Casa vai ter que fazer e enfrentar. Impactos existem, no custo, e na qualidade e produtividade", afirmou Marinho.
Para ele, os impactos positivos da diminuição de jornada também existem e aumentarão a qualidade do ambiente de trabalho e melhorar a produtividade. "Se a redução impacta no custo, ok, e tem que colocar na outra balança os impactos positivos que causa. E aí até avaliar se é o caso de algum segmento ultra especifico precisar de algum apoio governamental, apoio do Estado", declarou.
O ministro fez questão de afastar qualquer intenção de o governo dar subsídios ou benefícios a empresas pela diminuição de jornada. Para ele, no passado, não houve aumento de informalidade e isso acontecerá novamente.
"Na visão do governo não há que falar em beneficio, desoneração, de incentivo, subsídio; não é plausível em especial no momento das nossas condições fiscais, não acho que seria por aí a solução. Temos que apostar de fato na melhoria do ambiente e da produtividade", completou Marinho.
(Com Agência Estado)
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