A projeção para o ano já exclui do cálculo gastos de R$ 10 bilhões com o plano de reestruturação dos Correios, além de cerca de R$ 4 bilhões em outras despesas que não são computadas para fins de cumprimento da meta das estatais. Incluindo esses dispêndios, o déficit de facto esperado é de R$ 15,458 bilhões.
A meta das empresas estatais este ano é de um déficit primário de até R$ 6,752 bilhões. Assim, considerando as exceções, o governo espera cumprir com folga o alvo.
Entre as 21 empresas consideradas na meta fiscal, o maior déficit esperado é dos Correios. A empresa encerrou janeiro com um rombo de R$ 1,237 bilhão nas contas, e deve chegar ao fim de 2026 com um resultado negativo acumulado de R$ 9,688 bilhões, segundo a projeção do relatório.
Em seguida, na lista de maiores déficits primários esperados para 2026 aparecem a Empresa Gerencial de Projetos Navais (Emgepron), com R$ 2,923 bilhões; a Hemobras, com R$ 827,230 milhões; a Infraero, com R$ 634,257 milhões; e a Emgea, com R$ 632,570 milhões.
O maior superávit primário previsto, entre as 21 empresas consideradas para fins da meta fiscal, é do Serpro, com R$ 332,509 milhões.
(Com Agência Estado)
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