A farmacêutica diz que a transação reforça sua presença em hematologia com o TERN-701, candidato oral investigacional para leucemia mieloide crônica (LMC).
"A aquisição da Terns amplia nossa presença em hematologia com o TERN-701, um candidato potencialmente o melhor da categoria", afirmou o CEO, Robert Davis. Ele acrescentou que o acordo diversifica e fortalece a posição da Merck em oncologia.
O TERN-701 é um medicamento oral em testes clínicos para tratar um tipo de leucemia (LMC) associado ao chamado cromossomo Filadélfia, em pacientes que já passaram por pelo menos um tratamento. Em março de 2024, o composto recebeu da Food and Drug Administration (FDA) - agência reguladora de medicamentos e alimentos dos EUA - a designação de medicamento para doença rara.
De acordo com a Merck, dados preliminares indicam "atividade promissora", com taxas encorajadoras de resposta molecular maior e profunda até a semana 24, inclusive em pacientes previamente tratados com múltiplas linhas. A maioria dos eventos adversos foi de baixo grau, com baixa incidência de eventos graves e descontinuações.
Para a CEO da Terns, Amy Burroughs, a combinação permitirá avançar o desenvolvimento do ativo com maior escala. Já o presidente do Merck Research Laboratories, Dean Li, afirmou que o TERN-701 "pode oferecer uma opção significativamente diferenciada" para pacientes com LMC.
A operação foi aprovada pelos conselhos de ambas as empresas e deve ser concluída no segundo trimestre de 2026, sujeita a condições usuais, incluindo aprovação regulatória e adesão de acionistas. A Merck espera registrar impacto contábil de cerca de US$ 5,8 bilhões no período.
(Com Agência Estado)
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