A receita líquida somou US$ 20,34 bilhões no trimestre, crescimento de 39% na comparação anual e acima das expectativas, de US$ 16,22 bilhões, impulsionada principalmente pelo desempenho da divisão de Global Banking & Markets. As despesas operacionais aumentaram 26%, para US$ 11,67 bilhões, refletindo maiores gastos com remuneração e despesas ligadas às transações. As provisões para perdas com crédito caíram para US$ 102 milhões, de US$ 384 milhões um ano antes.
O Conselho de Administração também aprovou um aumento do dividendo trimestral para US$ 5,00 por ação, ante US$ 4,50 anteriormente. Durante o trimestre, o Goldman devolveu US$ 5,36 bilhões aos acionistas, incluindo US$ 4,0 bilhões em recompras de ações e US$ 1,36 bilhão em dividendos.
A unidade de Global Banking & Markets registrou receita de US$ 15,52 bilhões, alta de 53% em relação ao segundo trimestre de 2025. As taxas de banco de investimento cresceram 55%, para US$ 3,40 bilhões, impulsionadas por maiores receitas com ofertas de ações (IPOs e follow-ons), emissões de dívida e assessoria em fusões e aquisições. O banco também informou que sua carteira de negócios (backlog) de banco de investimento aumentou em relação ao fim do primeiro trimestre e ao fim de 2025.
No pré-mercado de Nova York, às 8h40 (de Brasília), as ações do Goldman Sachs subiam 1,37%.
(Com Agência Estado)
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