Em relatório publicado hoje, a agência de classificação de risco aponta que, se o cessar-fogo for eficaz e for mantido, ele removerá os riscos de escalada no curto prazo, como uma grande invasão terrestre do Irã, interrupção do transporte marítimo no Mar Vermelho ou operações ofensivas contra Teerã por membros do Conselho de Cooperação do Golfo.
Contudo, uma ruptura pode levar a aumentos mais acentuados e sustentados nos preços globais de petróleo e gás, potencialmente elevando os preços do Brent acima das médias de US$ 130 por barril no segundo trimestre de 2026, embora os riscos de alta sejam limitados pela probabilidade de destruição significativa da demanda a preços tão altos.
"Acreditamos que a média de US$ 70 do Brent no cenário base de março permanece consistente com uma normalização gradual dos fluxos de petróleo ao longo do restante do segundo trimestre de 2026 e além, assumindo que o Estreito de Ormuz reabra após o cessar-fogo", acrescenta.
Ainda assim, os cenários pessimistas continuam plausíveis. Mesmo que o cessar-fogo se mantenha, o conflito pode ter efeitos de longo prazo na segurança e no ambiente de negócios do Golfo difíceis de determinar neste estágio, influenciando os perfis de crédito de muitos emissores na região, afirma a Fitch.
(Com Agência Estado)
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