As projeções da SPE continuam acima das medianas do último relatório Focus, que indicavam crescimento de 1,88% para o PIB em 2026 e de 1,43% para 2027.
Na comparação interanual, projeta-se crescimento de 1,8% no terceiro trimestre de 2026 ante 2,0% no segundo. A pasta vê uma desaceleração esperada puxada tanto pela agropecuária, cujo crescimento caiu de 6,8% no segundo trimestre para 3,7% no terceiro trimestre, quanto pela indústria, que cai de 1,5% para 1,3%. Na margem, com ajuste sazonal, projeção do PIB é de 0,2% no terceiro trimestre, com recuo de 0,7% do agro, aceleração de 0,6% na indústria e 0,4% dos serviços.
A SPE ressaltou que o mercado de trabalho segue como principal sustentação da demanda doméstica, com patamar de desocupação historicamente baixo e massa real de rendimentos ainda em expansão. As concessões de crédito a pessoas jurídicas também seguem crescendo na comparação interanual.
Em relação à atividade econômica, a Fazenda reiterou que os indicadores econômicos disponíveis só vão até julho, mas vê indícios de uma perda de fôlego em relação ao ano anterior, tanto na indústria, cujo crescimento no trimestre móvel caiu de 1,5% para 0,4%, quanto nos serviços, que caiu de 1,7% para 1,2%.
"O varejo ampliado manteve o ritmo e a construção reduziu a queda, sem compensar a desaceleração dos setores de maior peso, e o IBC-Br ficou estável em 1,5%. Na margem, julho trouxe recuperação parcial depois de um junho fraco, com alta na indústria, na construção e no varejo, mas o IBC-Br voltou a recuar", disse a SPE.
Apesar da redução de 2,5% para 2,3% nas projeções para 2027, a SPE afirma que para o período de 2028 a 2030, a previsão de crescimento seguiu em 2,6%, em média, incorporando impactos graduais das reformas estruturais em curso.
(Com Agência Estado)
Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.
Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.
Siga-nos no TWITTER ; INSTAGRAM e FACEBOOK e acompanhe as notícias em primeira mão.









