Durigan criticou a gestão do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), citando a alta do endividamento das famílias, o crescimento da fome, o desemprego médio de 12% e o manejo da pandemia de covid-19.
O ministro também afirmou que o País tem combinado níveis historicamente baixos de inflação e desemprego e citou a saída do Brasil do Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas (ONU) e ganhos reais no salário mínimo e na renda média da população. Em relação à gestão das contas públicas, Durigan argumentou que os avanços sociais ocorreram em paralelo ao ajuste fiscal, destacando que o déficit primário caiu de pouco mais de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2023 para uma projeção de 0,6% do PIB em 2026.
O titular da Fazenda ressaltou ainda a aprovação do novo arcabouço fiscal em 2023, que manteve os gastos primários em cerca de 19% do PIB e abriu caminho para superávits futuros na proposta orçamentária de 2027, o que ajudou a "reduzir a pressão sobre a curva de juros dos títulos brasileiros". O ministro disse que a postura fiscal teve impacto neutro na dívida pública desde 2024, o que garantiu elevações de nota de crédito pelas agências de risco e queda relevante no risco de calote do País.
Além disso, Durigan destacou a articulação com o Congresso Nacional para a aprovação de mais de 80 medidas econômicas e o bloqueio de projetos que aumentariam despesas. Por fim, o ministro mencionou propostas para incentivar a presença de mulheres no mercado de trabalho, a capacitação profissional voltada para inteligência artificial e a consolidação de leis relativas a data centers, minerais críticos e transição energética, concluindo que o trabalho pela prosperidade do país vem sendo realizado desde 2023.
(Com Agência Estado)
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