No Brasil, o mercado repercute a ata do Copom, que mantém na leitura do mercado a perspectiva de continuidade dos cortes da Selic, enquanto nos EUA cresce a possibilidade de nova alta de juros do Fed neste ano, o que reduziria o diferencial de juros e ajuda a pressionar o real.
Agentes de câmbio dizem que também pode ter maior demanda corporativa sazonal no mercado à vista para remessas de lucros e dividendos ao exterior com a proximidade do fim do terceiro trimestre.
Às 9h54, o dólar à vista subia 0,49%, a R$ 5,1330, após registrar máxima a R$ 5,1354 (+0,53%), ante mínima mais cedo, a R$ 5,1144 (+0,12%).
Na Ata da reunião da semana passada, o Copom afirmou que a magnitude do ciclo de calibração da Selic será ajustada conforme a evolução do cenário, diante de incerteza historicamente elevada e riscos altistas para a inflação. O colegiado reforçou que a política monetária deve permanecer restritiva, já que a inflação segue pressionada pela demanda, e reagirá com firmeza caso choques de oferta gerem efeitos de segunda ordem. A Selic foi reduzida em 0,25 ponto, para 13,75%, no quinto corte consecutivo.
No exterior, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, disse que o presidente Donald Trump mantém aberta a possibilidade de diálogo com o Irã e defendeu diplomacia, além de um cessar-fogo energético entre Rússia e Ucrânia. Rubio também afirmou que Washington estuda formas de reduzir os riscos da IA.
Fontes iranianas negaram relatos divulgados mais cedo sobre possíveis negociações entre Irã e EUA e a eventual reabertura do Estreito de Ormuz, segundo a Fars News.
(Com Agência Estado)
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