"É o informal, que ele não tem vínculo com renda fixa, renda firme para apresentar para instituição financeira. Em razão disso, ele paga um juros mais alto no crédito pessoal, porque ele não tem garantia para dar", disse o ministro, acrescentando que o programa deve ser lançado em breve.
Como mostrou o Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, o Desenrola Adimplentes vai atender apenas trabalhadores sem vínculo CLT ou com o serviço público que tenham dívidas de até R$ 15 mil em operações de crédito pessoal sem consignação e com pelo menos cinco parcelas pagas em dia. A ideia é que, uma vez renegociadas, as taxas de juros das operações fiquem abaixo de 4% ao mês. Hoje, a média é de cerca de 7% ao mês.
(Com Agência Estado)
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