As novas altas acontecem em meio à volatilidade do mercado internacional com os conflitos no Oriente Médio e após o reajuste da Petrobras, válido desde o último dia 14 de março, além da decisão do governo de zerar PIS e Cofins sobre o diesel importado.
Já a gasolina teve alta de 2,34%,no mesmo período, passando de R$ 6,63 para R$ 6,79 por litro, enquanto o etanol avançou 0,86%, de R$ 4,89 para R$ 4,93, indicando um movimento mais leve em comparação ao diesel, mas ainda importante.
Segundo o diretor de Unidades de Negócio da Edenred Mobilidade, Vinicios Fernandes, esse comportamento segue a dinâmica esperada da cadeia de combustíveis, em que os reajustes nas refinarias levam alguns dias para chegar ao consumidor final. "O que os dados mostram é que o diesel segue em trajetória de alta e ganha força neste início de segunda quinzena, refletindo um cenário ainda pressionado tanto no mercado internacional quanto no doméstico", explicou.
O executivo destacou ainda, que o patamar atual dos preços coloca o diesel em um momento de maior pressão, com diferentes fatores ainda em aberto. "Esse nível de preço foi atingido em um intervalo curto de tempo, em um cenário que ainda está em movimento. A evolução nas próximas semanas vai depender tanto do ambiente internacional quanto de eventuais ajustes no mercado doméstico", completou.
(Com Agência Estado)
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