A estratégia inicial é criar uma infraestrutura enxuta, capaz de viabilizar o serviço sem exigir tarifas elevadas para remunerar os investimentos. Aportes excessivos poderiam encarecer as operações e comprometer a expansão do mercado, que deverá contar com poucas aeronaves nos primeiros anos. A expectativa é de que cada eVTOL realize cerca de sete viagens por dia.
O fornecimento de energia, por sua vez, não deve ser o principal obstáculo. De acordo com Prado, um vertiporto construído do zero, com três ou quatro pontos de recarga, poderá demandar de 1 a 4 megawatts (MW): "Energia temos. O que precisará de atenção é o acesso à rede."
*O repórter viajou a convite da ACI-LAC
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
(Com Agência Estado)
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