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Economia Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2025, 19:00 - A | A

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Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2025, 19h:00 - A | A

Brasil passa a presidência do BRICS para a Índia, que começa mandato em 1º de janeiro de 2026

CONTEÚDO ESTADÃO
da Redação

A quarta Reunião de Sherpas do BRICS finalizou com a transmissão formal da presidência do grupo do Brasil para a Índia, informou nesta sexta-feira, 12, o bloco em comunicado. A nova liderança também apresentou as prioridades a serem debatidas em 2026.

O sherpa do Brasil, embaixador Mauricio Lyrio, transferiu formalmente a presidência do BRICS ao sherpa da Índia, o embaixador Sudhakar Dalela. "As discussões dos últimos dois dias reafirmam nosso compromisso de fortalecer a cooperação no grupo e com os países parceiros", apontou. Ele agradeceu a todos e afirmou que "aguarda com expectativa a liderança da Índia no próximo ano e a continuidade do progresso alcançado até o momento".

"O Brasil conduziu o BRICS com clareza de propósito e um admirável compromisso com a construção de consenso", parabenizou Dalela. Ao receber a presidência, o indiano disse que o país está comprometido em levar adiante a agenda coletiva endossada e em sustentar o ímpeto que o Brasil gerou nos pilares de cooperação.

"Nossa presidência permanecerá guiada pelos princípios fundamentais de continuidade, consolidação e consenso, enquanto permanece responsiva aos desenvolvimentos globais emergentes e às prioridades em evolução do Sul Global", acrescentou.

O sherpa também apresentou as prioridades da presidência do BRICS para 2026, que estarão estruturadas em quatro eixos: resiliência, inovação, cooperação e sustentabilidade. Dentro dos propósitos de cada área estão resoluções já acordadas na presidência brasileira que ganharão continuidade, como o desenvolvimento de sistemas de redução de desastres climáticos, a cooperação para o uso equitativo de Inteligência Artificial (IA), o compartilhamento de saberes científicos e de pesquisa, entre outros.

Apesar da transmissão oficial da presidência do BRICS para a Índia ter ocorrido hoje, o Brasil segue à frente do agrupamento até 31 de dezembro de 2025.

(Com Agência Estado)

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