Em Londres, o FTSE 100 fechou em queda de 0,16%, a 10.409,28 pontos. Em Frankfurt, o DAX subiu 0,08%, a 25.113,06 pontos. Em Paris, o CAC 40 perdeu 0,07%, a 8.183,34 pontos. Em Milão, o FTSE MIB avançou 0,42%, a 50.036,75 pontos. Em Madri, o Ibex 35 subiu 0,75%, a 18.415,90 pontos. Em Lisboa, o PSI 20 perdeu 0,12%, a 9.076,53 pontos. As cotações são preliminares.
Os mercados europeus ganharam ímpeto e firmaram alta após Trump publicar que participará de reunião nesta tarde para tomar uma decisão final sobre o Irã, condicionando os avanços à garantia de que o país persa nunca terá arma nuclear e deixará navegação livre no Estreito de Ormuz.
Na agenda econômica, a revisão do Produto Interno Bruto (PIB) francês mostrou contração de 0,1% no primeiro trimestre, frustrando projeções. O CPI anual da Alemanha, por sua vez, desacelerou a 2,6% em maio, abaixo do esperado.
O setor aeroespacial e de defesa voltou a subir. Airbus avançou cerca de 1,2%, enquanto a polonesa Creotech Instruments subiu mais de 4%, em meio à continuidade do rali do segmento após um drone russo atingir um prédio residencial na Romênia e diante das perspectivas de aumento dos gastos europeus com defesa.
No setor farmacêutico, a GSK recuou cerca de 1,4% mesmo após o Jefferies destacar o potencial de seu medicamento experimental contra hepatite B. Já a Bayer ficou sob pressão e cedeu 4,2% depois de o mesmo banco reiterar preocupações com as disputas judiciais da companhia nos Estados Unidos. Bancos (+1,06%) e empresas ligadas a viagens e lazer (+1,21%) também figuraram entre os destaques de alta do pregão.
(Com Agência Estado)
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