O cenário é sustentado por preços de commodities ainda elevados, que beneficiam países exportadores, e pela resistência das exportações industriais mesmo diante da volatilidade da política comercial.
Condições financeiras globais mais favoráveis também deram algum suporte no início do ano, diz o relatório.
Esses fatores, porém, são compensados pela elevada incerteza global, pelo espaço fiscal restrito e pelos juros reais ainda altos, que limitam o crédito, o investimento e a demanda privada.
O Banco Mundial destaca ainda riscos de baixa ligados à volatilidade dos preços de energia, que pode atrasar a desinflação, e aos efeitos do El Niño sobre produção e preços de alimentos e energia.
(Com Agência Estado)
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