"Essa decisão é compatível com o cenário atual, no qual a duração e extensão dos conflitos geopolíticos, assim como sinais mistos sobre o ritmo de desaceleração da atividade econômica e seus efeitos sobre o nível de preços, dificultam a identificação de tendências claras", disse, no 15º parágrafo da ata. O documento foi divulgado nesta terça-feira (24).
Na última quarta-feira, 18, o Copom reduziu a Selic de 15% para 14,75% ao ano, o primeiro corte da taxa após quase dois anos.
Na ata, o colegiado ponderou que considerou que os eventos recentes não impediriam a materialização da sinalização dada na reunião de janeiro, de que começaria o ciclo de calibração da taxa básica de juros, baseado nas evidências dos impactos da política monetária sobre o nível de atividade e sobre a inflação. Diante disso, detalhou que foram analisadas as opções para o ritmo de início do ciclo, concluindo que nesse momento a redução de 0,25 ponto porcentual seria a mais adequada.
O Copom também relembrou que a sinalização dada em janeiro foi de que a calibração da política monetária manterá seu caráter restritivo, de modo a assegurar a convergência da inflação à meta.
(Com Agência Estado)
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