A retomada ocorre após Castro anunciar sua renúncia ao cargo na véspera. Em entrevista coletiva no Palácio Guanabara, sede do governo fluminense, ele afirmou que deixou a função "de cabeça erguida". A decisão, no entanto, não interfere no andamento do processo na Corte eleitoral.
Isso porque o julgamento avalia a regularidade do processo eleitoral e a eventual aplicação de punições individuais, como a suspensão dos direitos políticos, e não somente o exercício do mandato.
O julgamento começou no dia 10 de março, mas foi interrompido após pedido de vista do ministro Kassio Nunes Marques. Até agora, o placar está em 2 a 0 pela condenação com votos da relatora Isabel Gallotti e do ministro António Carlos Ferreira.
O processo reúne recursos do Ministério Público Eleitoral, que aponta suposto uso de órgãos estaduais durante a campanha. Segundo a acusação, a Fundação Ceperj e a Universidade do Estado do Rio de Janeiro teriam sido usadas para contratar cabos eleitorais com dinheiro público.
Também são investigados o presidente da Assembleia Legislativa, Rodrigo Bacellar, e o vice-governador Thiago Pampolha. Se houver condenação, eles podem perder os cargos e ficar inelegíveis.
(Com Agência Estado)
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