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Cuiabanália Domingo, 09 de Fevereiro de 2014, 10:53 - A | A

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Domingo, 09 de Fevereiro de 2014, 10h:53 - A | A

CUIABANÁLIA

Repórter se deu mal com a cachorrada

Oscar Ramos gostava de amedrontar a cachorrada de Cuiabá, até que um dia...

NELSON SEVERINO





O correspondente do jornal “O Estado de São Paulo” em Mato Grosso, o repórter Oscar Ramos Gaspar, cuja base era Cuiabá, tinha a mania de bater os pés para cachorros nas ruas, simulando que ia atacá-los para ver os bichos saírem correndo e berrando canhãe, canhãe, canhãe... Se o cão era jovem, aí é que o repórter caprichava na batida de pés para atormentar o tomba lata, que é o que mais se vê nas ruas das cidades brasileiras.

Uma vez, na distante década de 80, o jornal enviou correspondente para fazer uma matéria em São Félix do Araguaia, que vivia uma fase de grande turbulência no campo, com muitos conflitos entre posseiros e donos de grandes fazendas na região.

Em um final de tarde, Oscar Ramos voltava para o hotel a pé, depois de entrevistar o bispo dom Pedro Casaldáliga, da Prelazia de São Félix do Araguaia, poderoso e encrenqueiro defensor dos posseiros, quando resolveu provocar um aparentemente inofensivo cãozinho que dormia na calçada da rua em que o jornalista ia virar para chegar ao hotel.

Polícia

Oscar Ramos se deu mal com a cachorrada

Ah, pra quê! O cãozinho não gostou de ser acordado e partiu furiosamente para cima do jornalista. Surpreso com a reação do tomba lata, o repórter tentou afugentá-lo, desferindo-lhe uns pontapés, mas o bicho não se intimidou e continuou atacando o intruso que ousara interromper o seu sono...

Só restou uma saída para Oscar Ramos: correr para não se transformar em vítima do cãozinho de maus bofes. A rua era uma descida de acentuado declive, o que facilitou a corrida do jornalista.

Mas aí aconteceu o pior para o repórter: os latidos do furioso cãozinho foram despertando outros vira latas, como sempre acontece nessas ocasiões, que estavam pela rua e foi aumentando o número de cachorros correndo atrás de Oscar Ramos.

Na última vez que o repórter olhou para trás havia pra mais de 20 cachorros correndo atrás dele. A ladeira tinha acabado e ia começar um longo trecho de subida. Aí era demais para as já cansadas pernas do jornalista.

Para sorte de Oscar Ramos, ele encontrou um portão do muro de uma casa aberto e entrou lépido como um gato. E só saiu dali muito tempo depois, quando a cachorrada havia se debandado.

Depois do sufoco, Oscar Ramos passou um tempão sem bater os pés no chão para assustar cachorro nas ruas por onde passava...

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