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Cidades Terça-feira, 08 de Julho de 2014, 13:54 - A | A

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Terça-feira, 08 de Julho de 2014, 13h:54 - A | A

RESULTADO FINAL

Polícia descarta crime político na morte de Vilceu Marchetti

Autor confesso do crime estava na fazenda há uma semana e não conhecia vida política do ex-secretário de Infraestrutura e, por isso, morte por encomenda é "fantasia"

MAX AGUIAR


O funcionário da Fazenda Marazul, em Mimoso, distrito de Santo Antônio de Leverger estava há oito dias em Mato Grosso e não conhecia a vida política de Vilceu Marchetti, segundo a Polícia Civil. Por isso, está descartada a hipótese de crime político. “Ele passou a mão na mulher do caseiro, que viu e, transtornado, foi acertas as contas quando ele se preparava para dormir”, disse o delegado Walfrido Nascimento.

O assassinato ocorreu por motivo passional, conforme adiantou o HiperNotícias nesta terça-feira (8). O crime aconteceu por volta das 20h do dia anterior. “Ele estava em Cuiabá há oito dias. Matou porque se enfureceu ao ver o Marchetti passar a mão na bunda de sua esposa. Ele ainda perguntou para a mulher o que tinha acontecido, ela afirmou o assédio e armado ele foi até o quarto da vítima”, contou o delegado.

Marcos Lopes/HiperNotícias

Delegado Walfrido Nascimento descartou a hipótese do crime ser motivação política pois o autor da execução não sabia da vida da vítima

Antes de matar o ex-secretário do governo Maggi, o assassino, identificado como Anastácio Marafon, 53, ainda perguntou porque ele tinha feito aquilo. “Pessoas que estavam dentro da casa ouviram a vítima dizer pra ele (Anastácio) não pegar a arma e, em seguida, os disparos. Os tiros acertaram a cabeça e o peito de Marchetti, que morreu na hora”, concluiu Nascimento.

A delegada Anaíde Barros, que também participou do interrogatório nesta manhã em Leverger, comentou que o casal não morava em Mato Grosso, porém eles já trabalhavam com o proprietário da Fazenda Marazul, identificado como Neri Fuganti, há seis anos. “Eles vieram para cá para ficar na vaga de Marchetti, já que o ex-secretário não queria mais ser o administrador da fazenda. Eles trabalhavam em Santa Catarina e não sabiam nem da vida política da vítima”, disse Anaíde.

Após cometer o crime, Anastácio jogou a arma em um rio e foi para a casa onde ficava com sua esposa, afastada da casa dos patrões. Quando a Polícia Militar chegou no local já deteve o homem que estava muito nervoso e tentava dissimular o ocorrido, contando que outras pessoas tinham sido visto saindo da casa, mas isso tudo foi descartado quando ele confessou que matou por vingança, já que Marchetti havia passado a mão em sua esposa.

O caso foi lavrado em flagrante na Delegacia de Leverger e Anastácio aguarda apenas uma vaga na Penitenciária Central do Estado, onde deve ficar até o julgamento.  A DHPP tem 10 dias para relatar o caso e entregar ao Ministério Público.

O corpo de Marchetti deve ser velado a partir das 17h deste terça-feira, na Prefeitura Municipal de Primavera do Leste, cidade onde foi prefeito, e deve ser sepultado às 11h de amanhã no cemitério municipal.

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Luis Antonio 09/07/2014

Essa "ESTORIA" ta muito mau contada. Acho que a PF deveria assumir a investigacao. Essa caseiro foi "PLANTADO" fui delegado e essa "ESTORIA" contada pela policia é pra boi dormir. Defunto nao fala né.

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1 comentários

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