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Cidades Quarta-feira, 08 de Janeiro de 2014, 17:46 - A | A

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Quarta-feira, 08 de Janeiro de 2014, 17h:46 - A | A

DEPOIMENTO DA AVÓ

Mãe de bebê morto sustentava vício de pai homicida

A avó da criança, Carmelita Araújo, mãe de Thaynara, disse que ela mudou de comportamento desde quando conheceu André Luiz, há pelo menos cinco anos

MAX AGUIAR






Mais duas pessoas foram ouvidas pela delegada Anaíde Barros nesta quarta-feira (7) sobre o caso da morte do bebê Josué de menos de dois meses, que sofreu traumatismo craniano após ser arremessado pelo pai no bairro Ribeirão do Lipa, em Cuiabá.

A avó da criança, Carmelita Araújo, mãe de Thaynara, disse que ela mudou de comportamento desde quando conheceu André Luiz, há pelo menos cinco anos. “Ela ficou rebelde desde conheceu o André. Na época, ele era usuário de drogas e ela trabalhava para dar dinheiro pra ele fumar. Com 16 anos ela saiu de casa e pediu pra eu não interferir mais na vida dela. Depois disso só a vi uma vez na igreja”, contou Carmelita.

Max Aguiar/HiperNotícias

Thaynara Araújo confessou que marido jogou filho de dois meses no chão após discussão


De acordo com o depoimento, Carmelita só foi ver a filha depois que Josué nasceu. “Ela (Thaynara) saiu de casa para morar com o André na casa da mãe dele. Depois de um tempo fiquei sabendo que ela estava grávida através de redes sociais. Pedi para vê-la e ela não queria, depois que o bebê nasceu eu queria ir na casa dela e ela disse que não porque lá era muito bagunçado e eu vi meu neto só no igreja uma vez”, concluiu a avó.

A delegada Anaíde Barros acredita que Thaynara possa ter mudado de comportamento por conta das atitudes de André, que não a deixava ir para a igreja e a mantinha sempre dentro de casa. “Ela era evangélica, tanto que quando percebeu que o bebê não estava bem ela pediu que o pastor fizesse orações”, disse a delegada.

Outro depoimento foi do pastor,  que não teve o nome informado pela DHPP. Durante o interrogatório, ele comentou que se não tivesse feito pressão para levar a criança ao médico, ela iria morrer em casa. “Eu vi que o bebê já estava frio e com os olhinhos fechados. Pedi que eles levassem ao médico. Primeiramente foi negado, mas insisti muito, porém acho que ele já estava morto”, disse o pastor.

Outros depoimentos devem ser colhidos ainda nesta semana. Os próximos a serem ouvidos serão a mãe de André Luiz e a enfermeira que fez o primeiro atendimento no Hospital Santa Helena.

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