Sábado, 25 de Maio de 2024
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png
dolar R$ 5,17
euro R$ 5,61
libra R$ 5,61

00:00:00

image
facebook001.png instagram001.png twitter001.png youtube001.png whatsapp001.png

00:00:00

image
dolar R$ 5,17
euro R$ 5,61
libra R$ 5,61

Cidades Segunda-feira, 02 de Maio de 2016, 16:53 - A | A

facebook instagram twitter youtube whatsapp

Segunda-feira, 02 de Maio de 2016, 16h:53 - A | A

FUNDADOR DO DIA A DIA

Delegada ouve no presídio suspeito de mandar matar empresário

MAX AGUIAR

A delegada Luciani Barros, que investiga o assassinato do empresário fundador da rede de supermercados Dia a Dia, Renato Curi, registrado no dia 21 de março em Várzea Grande, afirmou que já foi ao Presídio do Capão Grande, e ouviu o principal suspeito de encomendar o homicídio.

 

Arquivo Pessoal/Facebook

EMPRESÁRIO RENATO CURY

 

Existia uma forte suspeita de que Renato foi morto por dois homens que agiram a mando de um presidiário, que não aceitava o fim do relacionamento com a mãe do filho do empresário. “O presidiário não aceitava que o Renato fosse visitar o filho na casa da ex-mulher”, essa seria a principal hipótese do crime.

 

Renato chegou na casa da ex-mulher para buscar o filho e levá-lo para Primavera do Leste, local onde residia e tinha um comércio. Ao descer de seu carro foi baleado seis vezes. Os homens que atiraram estavam em um veículo Gol de cor escura.

 

“Os atiradores aguardavam ele na esquina da casa onde mora o filho dele. Quando ele encostou o carro, já foi recebido a balas”, disse a delegada, que ao conversar com a mãe do filho de Renato descobriu que o presidiário a ameaçava via redes sociais.

 

“No celular da mulher tinha várias mensagens de ameaças, provenientes do presidiário. Então decidimos colocá-lo como principal suspeito, por isso, o procuramos”, afirmou a delegada. As ameaças aconteceram porque o preso namorou com a mãe do filho de Renato por dois meses e não aceitava o fim do namoro.

 

Marcos Lopes/HiperNotícias

Deddica/Luciani Barros/delegada

Delegada Luciani Barros investiga crime que ocorreu contra empresário

Por desconfiar que Renato Cury tinha algum envolvimento com a ex, uma emboscada foi armada. Depois do crime, a delegada foi até a cadeia. “Sentei frente a frente com ele e o indaguei. Como de praxe, ele negou qualquer envolvimento. Mas temos algumas evidências. O caso continua sem caminhar, mas estamos colhendo provas e ouvindo testemunhas para poder indicar o suspeito. Se a ordem da morte partiu de dentro da cadeia, vamos saber em breve. O que temos certeza é que de dentro do presídio muitos crimes são encomendados”, disse a delegada.

 

O CRIME

Renato visitava a criança constantemente e essa rotina não estaria agradando o padrasto da criança. Em conversa com policiais, a mulher, que seria o pivô do homicídio, disse que também desconfiava que o marido teria mandado matar Renato.

 

Ele chegou na casa da ex, no bairro Planalto Ipiranga, em Várzea Grande, para buscar seu filho, quando dois homens em um Gol geração 3 chegaram ao lado de seu veículo e atiraram várias vezes. Um dos tiros acertou a cabeça e outros no tórax e nas costas.

 

Os criminosos fugiram e ninguém confirmou a identidade dele. O empresário foi o fundador da rede de mercado Dia a Dia, Sinhá e Serve Bem, na Região Metropolitana de Cuiabá. Ele também era dono de uma padaria e do mercado Devile, em Primavera do Leste.

 

A Polícia Civil, através da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP), investiga o caso. 

 

  

Clique aqui e faça parte no nosso grupo para receber as últimas do HiperNoticias.

Clique aqui e faça parte do nosso grupo no Telegram.

Siga-nos no TWITTER e acompanhe as notícias em primeira mão.

Comente esta notícia

Algo errado nesta matéria ?

Use este espaço apenas para a comunicação de erros