Com mais de três mil agentes das polícias, Exército e Força Nacional de Segurança nas ruas da região metropolitana de Cuiabá, números de crimes violentos diminuíram drasticamente. Em 21 dias, 20 pessoas morreram ao contrário de meses passados, quando nesse mesmo período índices alcançavam a média de 30 pessoas vítimas de assassinatos.
Em janeiro, foram 31 homicídios; em fevereiro, 38; em março; 37; abril, 51; maio, 42, e junho, 20, até agora. O delegado Silas Tadeu Caldeira, titular da Delegacia de Homicídios e Proteção a Pessoa (DHPP) garante que nem todas as mortes registradas aqui são de pessoas de Cuiabá.
Marcos Lopes/HiperNotícias |
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Delegado Silas Tadeu afirma que ações contra crimes continuam após final da Copa em Cuiabá |
Para Silas, alguns casos são inusitados e praticamente impossíveis da Polícia Militar evitar. Por exemplo, desde o início da Copa foram registrados seis homicídios e, no mês passado, depois da chacina, que resultou em três mortos, até o dia 20 não houve registro de assassinatos.
Outra satisfação da Polícia Civil é que nenhum caso violento aconteceu com turistas que até agora passaram por Cuiabá. “Tivemos uma invasão chilena com quase 20 mil em Cuiabá, mais australianos, russos e coreanos e graças a Deus e nossos planos de segurança, eles não se tornaram vítimas de crimes graves. Temos mais dois jogos e o último, quando os colombianos devem chegar, teremos mais uma invasão de turistas. Vamos novamente contar com a cordialidade do povo que mora aqui para que a cidade continue pacífica”, disse Silas.
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