O levantamento considera medicamentos das classes terapêuticas utilizadas para controle de peso, incluindo inibidores de apetite, como a sibutramina, anfepramona e mazindol, além dos análogos de GLP-1, popularmente conhecidos como "canetas emagrecedoras", informou a associação.
Para o presidente executivo da Abafarma, Oscar Yazbek Filho, o crescimento reflete uma combinação de fatores ligados ao avanço da obesidade e à maior disponibilidade de terapias inovadoras.
"A população está cada vez mais consciente de que excesso de peso pode representar um fator de risco para questões graves de saúde. Além disso, a oferta de terapias inovadoras nesse segmento vem aumentando expressivamente, o que favorece a curva de crescimento que observamos", disse ele.
(Com Agência Estado)
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