"O tema será superado com apenação em relação a quem deva ser apenado. Eu acho que, neste particular do caso Master, nós não devemos criticar o nosso País porque as apurações vão indo às últimas consequências", comentou o ex-presidente. "Não só por força das investigações feitas pela Polícia Federal, como pelos outros setores, como a imprensa", afirmou, durante passagem pelo Fórum Brasileiro de Líderes em Energia, no Rio de Janeiro.
Declarações de Imposto de Renda do Banco Master mostraram que o escritório do ex-presidente recebeu R$ 10 milhões da instituição financeira. Em nota divulgada no último dia 8, Temer confirmou que seu escritório de advocacia trabalhou para o Master, mas contestou o valor. "Meu escritório foi contratado para uma atividade jurídica de mediação. O valor recebido pelo contrato foi de R$ 7,5 milhões."
Código de ética para o STF
O ex-presidente ainda comentou sobre a criação de um código de ética para o Supremo Tribunal Federal (STF) que, no atual momento, é a principal proposta de mitigação da crise que atinge a Corte. Em sua avaliação, sem a concordância dos 11 ministros, a proposta tende a criar mais tensão do que trazer alguma solução. Ele ainda lembrou de outros caminho aplicáveis.
"É preciso que haja concordância de todos, algo que até agora, não houve. Senão você cria um conflito interno", disse Temer. "Segundo ponto, você tem, no presente momento, a lei orgânica da magistratura, que é aplicável. E tem o próprio CNJ que examina as questões dessa natureza", listou.
(Com Agência Estado)
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