Ele ressaltou, porém, que se forem verificados crimes de responsabilidade por parte dos ministros, "o Senado não vai se omitir". Na sua avaliação, o Senado, sob condução de Davi Alcolumbre (União-AP), têm sido omisso por deixar de analisar os pedidos de abertura de processo de impeachment.
Nos bastidores, comenta-se que Marinho poderia concorrer à presidência do Senado no ano que vem. O presidente do Senado é o responsável por aceitar ou rejeitar pedidos de abertura de processo de impeachment.
Marinho também disse que relatou a Fachin a preocupação com uma "intervenção continuada" de ministros do Supremo na Justiça eleitoral e citou os casos do Rio de Janeiro e de Roraima. "Quem ganhar eleições precisa ser empossado", destacou.
Ele também apontou que o "artifício" usado para escolher o relator de petições protocoladas no Supremo deixou de ser exceção e "está se tornando regra".
(Com Agência Estado)
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