As obras são "essenciais e indispensáveis para garantir o cumprimento rigoroso dos protocolos globais de segurança operacional, prioridade absoluta para a companhia", disse em nota a concessionária. Procuradas, as companhias afirmaram já ter feito ajustes no planejamento.
O aeroporto opera com duas pistas paralelas que permitem pousos e decolagens simultâneos. No período de reforma, uma única pista vai precisar intercalar as duas funções, o que compromete a quantidade de voos. Ainda segundo a GRU Airport, as melhorias já estavam previstas no cronograma de manutenção preventiva do complexo aeroportuário. As empresas aéreas foram devidamente notificadas em outubro de 2024, assim como os órgãos reguladores.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
(Com Agência Estado)
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