Luciana estava internada desde dezembro após uma série de complicações de saúde, que tiveram início após uma fratura no ombro.
Assistente social, ela ficou tetraplégica após ser atingida por uma bala perdida em 2003, no câmpus da Universidade Estácio de Sá, no bairro do Rio Comprido, zona norte do Rio de Janeiro.
Luciana foi eleita vereadora pela primeira vez em 2016, tendo atuação voltada a pautas sociais, com foco em pessoas com deficiência, idosos e população em situação de vulnerabilidade.
Em 2023, retornou à Câmara Municipal como vereadora, ao assumir a vaga de Tainá de Paula (PT). Com o retorno da titular ao cargo, voltou à condição de suplente.
Em nota, o presidente da Câmara, Carlo Caiado, afirmou que a parlamentar "transformou a própria dor em propósito" e destacou sua trajetória como "um exemplo permanente de luta, coragem e amor ao próximo".
(Com Agência Estado)
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